Panorama noturno de arranha-céus e densidade urbana monumental de uma megalópole contemporânea
Redes urbanas integradas: em 2100, o centro de gravidade demográfico mundial terá migrado em definitivo para a África Subsaariana e o Sul da Ásia.

Se pudéssemos observar a Terra a partir de uma órbita geoestacionária no réveillon do ano 2100, os mapas políticos desenhados nos gabinetes diplomáticos do século XX pareceriam relíquias arqueológicas sem qualquer valor prático. Em vez de divisões estatais bem delimitadas por tratados e arame farpado, a superfície continental do planeta estará dominada por imensas manchas contínuas de asfalto, aço, sensores ópticos e luz artificial: as chamadas hipercidades ou nós da ecumenópole global.

Kinshasa (2100) ~83 Milhões Bacia do Congo
Dar es Salaam ~73 Milhões Eixo do Índico
Taxa Urbana ~85% Global População conurbada